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Este poema, tão curtinho, é muito querido por mim. Acho que fala muito sobre mim, sobre o ser humano de modo geral. Foi publicado pela primeira vez em 19 de maio de 2006 e também nunca foi nomeado.
Então fez-se o inverno!
E de cada suspiro, a névoa;
do sopro o calor.
E mesmo que o frio azule tudo por fora,
por dentro é rubro,
por dentro é quente.
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